sábado, 14 de março de 2015

Mata Atlântica

Mata Atlântica

A Mata Atlântica originalmente cobria o litoral brasileiro de ponta a ponta. Estendia-se do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul e ocupava uma área de 1,3 milhão de quilômetros quadrados. Era a segunda maior floresta tropical úmida do Brasil, só comparável à Floresta Amazônica. Atualmente, restam apenas cerca de 5% de sua extensão original, aproximadamente 52 mil km².
Em alguns lugares, como no Rio Grande do Norte, não são encontrados nem vestígios dessa vegetação. Hoje, a maior parte da área litorânea que era coberta pela Mata Atlântica é ocupada por grandes cidades, pastos e agricultura. Porém, ainda restam manchas da floresta na Serra do Mar e na Serra da Mantiqueira, no sudeste do Brasil.
Seu clima é equatorial ao norte e quente temperado úmido ao sul, com temperaturas médias elevadas durante o ano todo e não apenas no verão. A alta pluviosidade nessa região deve-se à barreira que a serra constitui para os ventos que sopram do mar. Seu solo é pobre e a topografia é bastante acidentada. No interior da mata, devido à densidade da vegetação, a luz é reduzida.
Esse tipo de formação florestal recebe várias denominações, todas corretas: floresta latifoliada tropical úmida de encosta (segundo a classificação de Andrade-Lima), mata pluvial tropical (segundo Romariz) e Mata Atlântica (denominação geral).
Atualmente, grande parte da Floresta Atlântica está protegida por leis de conservação e preservação, coibindo, na medida do possível, a exploração predatória que vinha sofrendo.
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